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	<title>gengivite &#8211; Odonto Rassi</title>
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	<description>Clínica Odonto Rassi</description>
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		<title>Verdades e mentiras sobre implantes dentários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 14:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com os implantes]]></category>
		<category><![CDATA[gengivite]]></category>
		<category><![CDATA[implante dental]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem medo, alguns tratamentos são mais simples do que parecem. O que é implante dentário? Implante dentário é um cilindro (pino) de titânio colocado dentro do osso, abaixo da gengiva e que tem a função de fazer o mesmo papel da raiz do dente. Em cima do implante é que o cirurgião dentista coloca o [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Sem medo, alguns tratamentos são mais simples do
que parecem. </strong></p>



<p><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/materias/2776-verdades-e-mentiras-sobre-implantes-dentarios#comment-module"></a></p>



<p><strong>O que é
implante dentário?</strong></p>



<p>Implante
dentário é um cilindro (pino) de titânio colocado dentro do osso, abaixo da
gengiva e que tem a função de fazer o mesmo papel da raiz do dente. Em cima do
implante é que o cirurgião dentista coloca o dente.</p>



<p><strong>Todas as pessoas podem fazer implantes dentários?</strong></p>



<p>Em saúde
as palavras todas, nenhuma, sempre e nunca não devem ser usadas. Algumas vezes o
paciente não pode fazer o implante naquele momento ou não pode fazer por uma
determinada condição, mas isso não impede que ele venha a poder fazer. O
importante em relação ao paciente é que ele tenha um bom estado geral de saúde.</p>



<p><strong>Quais são os fatores que contra indicam um implante
dentário? </strong></p>



<p>Os
principais motivos de contra indicação é a colocação de implantes dentários em
crianças antes da fase final de crescimento e pessoas que tenha uma expectativa
acima do normal com resultados e estética. Pessoas com problemas cardíacos de
alto risco, como próteses valvulares aórticas ou mitrais, cardiopatias
congênitas ou com antecedentes de endocardite infecciosa. Os outros fatores de
uma maneira geral, contra indicam temporariamente ou diminuem a margem de
sucesso.</p>



<p><strong>Os implantes rejeitam?</strong></p>



<p>Não, não
existe rejeição dos implantes pelo organismo. Os implantes são feito de titânio
e esse material é inerte ao osso. Isso quer dizer que o organismo não percebe
que algo foi colocado no osso e por isso tenta fechar o furo feito pela broca
para a colocação do implante. Quando o osso preenche esse orifício, ele trava o
implante e isso é o que chamamos de osseointegração. Podem ocorrer problemas
devido a problemas na cirurgia, no pós-operatório, pela qualidade do osso, mas
não por rejeição.</p>



<p><strong>Qual a taxa de sucesso dos implantes dentários?</strong></p>



<p>O índice
de sucesso é de 98%, ou seja, em cada 100 poderemos ter problemas em dois.
Mesmo nesses que temos problemas, a cirurgia pode ser refeita. Apenas pacientes
fumantes ou que façam uso constante de álcool tem essas médias diminuídas para
aproximadamente 85% de sucesso e 15% de insucesso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p><strong>É possível colocar os implantes e os dentes no mesmo dia?</strong></p>



<p>Sim, mas nem todas as pessoas podem colocar implantes e dentes no mesmo dia. Aliás, ainda é a minoria das pessoas que podem. Para isso o paciente tem que ter quantidade e qualidade suficiente de osso. Quando existe osso na região inferior normalmente é possível, pois o osso da mandíbula é mais duro (menos poroso). Já a maxila é um osso mais poroso e por isso a fixação do implante é mais difícil. Então para a colocação de implantes imediatos é necessário avaliar a quantidade óssea, o número de implantes e os dentes que serão implantados. Nos implantes convencionais as pessoas esperam em torno de 2 a 3 meses na região inferior e de 4 a 6 meses na região superior e se possível.</p>



<p><strong>Quantos implantes são necessários em um paciente
que não tem nenhum dente?</strong></p>



<p>Depende
do tipo de trabalho que se for fazer, mas na parte superior no <strong>mínimo</strong> seis e na região inferior no <strong>mínimo</strong> dois. Essa diferença no número
de implantes é pelo motivo dito anteriormente de que o osso de cima é mais mole
e o de baixo mais duro.</p>



<p><strong>Quais são as etapas de trabalho?</strong></p>



<p>A
primeira e mais importante das etapas é a de planejamento. Nesta fase nós
tentamos descobrir quais os objetivos do paciente e quais as reais
possibilidades de trabalho que existem. Após a definição do tipo de trabalho a
ser feito vem à parte da cirurgia, onde os implantes são colocados. No caso de
implantes com carga imediata, dentes provisórios são colocados no mesmo dia da
cirurgia. Nos casos tradicionais, o paciente deve aguardar durante 2 ou 3 meses
para colocação dos dentes definitivos na região inferior e de entre 5 e 6 meses
na região superior.</p>



<p><strong>Dói colocar implantes?</strong></p>



<p>Não, a
colocação de implantes é muito tranqüila em relação à dor. A anestesia é local,
exatamente a que se toma para fazer qualquer tratamento dentário. O
pós-operatório é tranquilo, recomendando analgésico, antibiótico, anti-inflamatório
e repouso apenas no dia da cirurgia. No dia seguinte o paciente já pode voltar
as suas atividades de trabalho, com moderação.</p>



<p><strong>Qual a maior novidade em implantes dentários?</strong></p>



<p>A maior
novidade não está no implante, mas sim nos exames que se faz e como se usa
esses implantes. Nesta técnica é possível fazer a colocação dos implantes, sem
precisar cortar a gengiva. A cirurgia é feita inicialmente no computador,
depois teremos o modelo da boca do paciente com os implantes colocados e uma
guia que irá nos mostrar o exato local na boca no ato cirúrgico, não precisando
cortar a gengiva e nem dar pontos.</p>
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		<title>Periodontite pode afetar sistema cardiovascular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 13:03:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Todos]]></category>
		<category><![CDATA[gengivite]]></category>
		<category><![CDATA[medicina periodontal]]></category>
		<category><![CDATA[odonto rassi]]></category>
		<category><![CDATA[perda dos dentes]]></category>
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					<description><![CDATA[A literatura científica cita que a periodontite crônica, também conhecida como doença periodontal, tem uma repercussão negativa na saúde sistêmica do indivíduo, com alguns relatos de focos dessa doença em artérias e articulações. Mas não havia propriamente uma prova consubstanciada sobre isso. Também pairava uma dúvida se, nos pacientes com periodontite, as bactérias que provocavam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://odontorassi.com.br/wp-content/uploads/2019/05/foto-site.jpg" alt="" class="wp-image-157"/></figure></div>



<p><em>A
literatura científica cita que a periodontite crônica, também conhecida como
doença periodontal, tem uma repercussão negativa na saúde sistêmica do
indivíduo, com alguns relatos de focos dessa doença em artérias e articulações.</em></p>



<p style="text-align:left"> Mas não havia propriamente uma prova consubstanciada sobre isso. Também pairava uma dúvida se, nos pacientes com periodontite, as bactérias que provocavam essa doença tinham condições de se deslocar da gengiva infeccionada para se alojar nas artérias do sistema cardiovascular, principalmente nas coronarianas. <br>Comprovação experimental. Agora, um estudo desenvolvido na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp comprovou que as periodontites crônicas graves podem alterar o perfil lipídico dos seus portadores e levar a eventos coronários agudos. E mais: ficou claro que os microrganismos presentes nas bolsas periodontais (ou bolsas gengivais) podem penetrar o epitélio gengival contaminado, ganhando acesso à corrente circulatória e alojar-se nas placas ateromatosas (ateroma vascular). Estas conclusões integram a pesquisa de doutorado do periodontista Fernando José de Oliveira, orientada pelo professor Reinaldo Wilson Vieira, do Departamento de Cirurgia da FCM. <br> O estudo <br> O autor analisou as proteínas plasmáticas e o nível de gordura no sangue &#8211; as lipoproteínas séricas &#8211; de 181 pacientes atendidos na Unidade Coronariana do Hospital de Clínicas (HC) no período de 2000 a 2006. Dessa amostra, todos indivíduos eram diagnosticados por eletrocardiografia e/ou angiografia, onde de 17 pacientes que seriam submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio foram obtidos os fragmentos das artérias torácica interna e coronárias durante o transoperatório. <br> Estas artérias passaram por uma análise para a possível detecção do DNA bacteriano por meio de técnicas de biologia molecular. Tal avaliação foi efetuada no Laboratório de Patologia Clínica do Hospital de Clínicas (HC) e acompanhada pelo especialista na Disciplina de Cirurgia Cardíaca e Cardiologia. <br> Infecção coronariana <br> Observou-se que aproximadamente 60% das artérias coronárias tinham sido infectadas por microrganismos resultantes das periodontites crônicas e constatou-se que a periodontite normalmente promove alteração nas lipoproteínas e no colesterol total dos indivíduos. <br> Enquanto as LDL, as lipoproteínas de baixa densidade (mau colesterol), ficam elevadas, o HDL, ou lipoproteínas de alta densidade (bom colesterol), mostram-se reduzidas. <br> No estudo, o DNA bacteriano periodontal foi detectado em 10 (58,8%) das 17 artérias coronárias pesquisadas, número considerado significativo para a amostra estudada. <br> Segundo Oliveira, quanto mais grave a periodontite, maiores alterações foram percebidas no colesterol total como também nas lipoproteínas, termo empregado para definir uma família de partículas cuja finalidade é transportar lipídeos, sobretudo triglicérides e colesterol, entre órgãos e tecidos. <br> Além do mais, foram encontradas alterações na resposta imunológica inata, com aumento de leucócitos sanguíneos nos pacientes com periodontite crônica grave. Sem exceção, conta Oliveira, todos os pacientes avaliados apresentaram como doença de base as cardiopatias isquêmicas, isto é, síndromes isquêmicas agudas. Sexo masculino, hipertensão, idade avançada, obesidade e raça branca apresentaram correlação com a prevalência da periodontite crônica. <br> Periodontite crônica <br> A periodontite crônica é uma inflamação que acomete gengiva, osso e ligamentos de suporte dos dentes, sendo definida como uma condição patológica multifatorial complexa, na qual a microbiota assim como a resposta imunológica do hospedeiro contribuem para a destruição do periodonto. <br> Ela é causada em geral por bactérias gram-negativas, sendo um dos principais motivos de perda de dentes em adultos, por conta da destruição das estruturas de sustentação dos elementos dentários. <br> As infecções crônicas bacterianas, particularmente as provocadas pelas periodontites crônicas, representam riscos às condições sistêmicas, como a doença coronariana e a aterosclerose (esta última permanece como uma das primeiras causas de morte no mundo). <br> Fatores de risco bem estabelecidos das doenças cardiovasculares, como os lipídeos séricos, em associação com os chamados novos fatores de risco (periodontite crônica), podem conduzir ou precipitar eventos coronários agudos. <br> Consequências cardíacas das periodontites <br> O objetivo do pesquisador foi verificar o perfil lipídico, hematológico e bioquímico sanguíneo, bem como analisar biópsias de artérias coronárias e torácica interna, a fim de detectar prováveis bactérias ligadas às periodontites. <br> Os pacientes foram divididos em três grupos: o primeiro de portadores de gengivites, o segundo com periodontite crônica e um terceiro grupo sem infecções periodontais que não apresentavam alterações sanguíneas e nem bacterianas. Os pacientes, com idade entre 55 e 60 anos, tinham suas artérias comprometidas e possuíam indicação cirúrgica. <br> Conforme o pesquisador, os fatores de risco mais significativos para as síndromes isquêmicas agudas apontados no estudo foram, em particular, os níveis elevados de lipoproteínas de baixa densidade, hipertrigliceridemia (quadro exacerbado por diabetes melito descompensado, obesidade e hábitos sedentários) e reduzidos níveis de lipoproteína de alta densidade. <br> Com base nos resultados da investigação, a hipótese é que as bactérias associadas com as periodontites crônicas graves podem de fato alterar o perfil lipídico em pacientes vítimas de ataque cardíaco isquêmico. &#8220;Contudo, mais estudos serão necessários com grande número de pacientes para elucidar desta vez a frequência e a incidência de micro-organismos relacionados às doenças gengivais nas bolsas periodontais e nas placas ateromatosas de pacientes com doença cardíaca isquêmica aguda&#8221;, conclui o pesquisador. <br> Periodontista<br>  A periodontite, relata ele, provoca mau odor bucal, leva à perda das unidades dentárias e alterações no paladar, e conduz à mobilidade dentária e até destruição óssea. &#8220;Seus sinais clínicos são sangramento, inchaço das gengivas, vermelhidão e sensibilidade gengival. Apesar disso, a doença tem uma particularidade: é indolor&#8221;, informa. &#8220;Na atualidade, ela está presente em até 25% das populações epidemiologicamente em vários continentes. Ou seja, de cada 100 pessoas, 25 podem ter periodontite do tipo grave, quando não tratada&#8221;, expõe. <br> O profissional balizado para realizar este tratamento é o periodontista. Normalmente, ele emprega instrumentos como curetas especiais para fazer raspagens na raiz dentária, com vistas a minimizar ou eliminar a quantidade de bactérias alojadas nessa superfície. <br> O procedimento visa obter diminuição da biofilme bacteriano nessas regiões, onde a sua ocorrência é mais recorrente. Em alguns casos, as cirurgias periodontais também podem ser indicadas como sistemática e até mesmo o uso de antibióticos de largo espectro como adjunto nesse procedimento, afirma Oliveira. <br> Retirada da biofilme bacteriano <br> A biofilme bacteriano, explica o pesquisador, é um biofilme dentário que pode conter cerca de 1 trilhão de bactérias numa simples bolsa periodontal e, se não tratada, pode levar à perda dos elementos dentários. &#8220;Trata-se, portanto, de um problema de saúde pública para o qual devem ser recomendadas medidas preventivas&#8221;, aponta. <br> Em Salvador, Bahia, onde o especialista reside e atua como periodontista há cerca de 18 anos, o governo local decidiu adotar na rotina do atendimento público o uso de um instrumento para retirada de biofilme bacteriano dos dentes, especialmente aconselhada ao paciente que negligencia a escovação. &#8220;É uma ação simples mas efetiva, principalmente levando-se em consideração que muitas pessoas não têm nem acesso à escova&#8221;, admite. <br> Como saída, o pesquisador acha interessante instituir o tratamento preventivo da periodontite pois, com isso, poderão ao mesmo tempo ser combatidos possíveis fatores de risco associados a doenças cardiovasculares como o infarto do miocárdio e a angina, cuja responsabilidade já é hoje, em muitas situações, atribuída à periodontite crônica como um possível fator de risco emergente. <br> &#8220;Entretanto, é impensável hoje fazer um tratamento dentário sem uma avaliação anterior de um periodontista&#8221;, salienta Oliveira, que é professor da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) e de dois centros de Pós-Graduação em Periodontia e Implantodontia, em Salvador.</p>



<p>Referência CRO SP</p>
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